Cinema

Ajude o Flores de Baobá: documentário sobre a desigualdade no acesso à educação nas comunidades negras

Realizado de forma independente, o documentário Flores de Baobá busca através do financiamento coletivo garantir as últimas filmagens no Brasil e iniciar sua etapa de finalização. Acreditando que o público em geral perceberá a relevância do projeto para fomentar a discussão sobre questões sociais relacionadas às comunidades negras de forma global.

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Flores de Baobá mescla a linguagem poética e observacional ao acompanhar a trajetória de duas educadoras: Nyanza Bandele, na Filadélfia, e Priscila Dias, em São Paulo. A cineasta, Gabriela Watson Aurazo realiza uma jornada a fim de estabelecer conexões entre as comunidades negras da Diáspora Africana, no Brasil e Estados Unidos. Sob uma perspectiva feminina, o documentário pretende abordar as semelhanças entre as mulheres negras e a luta de cada local para alcançar a igualdade na educação.

Por que comunidades periféricas onde reside a maior parte da população negra apresentam uma enorme desigualdade ao acesso à educação de qualidade? Podemos construir uma escola que valorize nossa ancestralidade africana? Qual é a importância das mulheres negras como educadoras em nossas comunidades? Estas são algumas das questões exploradas em Flores de Baobá.

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Apesar de estarem em dois países diferentes, Nyanza e Priscila evidenciam que as comunidades negras enfrentam problemas semelhantes, como a desigualdade de oportunidade a um ensino de qualidade. Elas também nos mostram como as mulheres negras da Diáspora Africana têm laços que as unem embora apresentem diferenças culturais. Finalmente, elas são exemplos de como as mulheres negras, apesar de todos os obstáculos sociais, são fonte de inspiração na superação do racismo estrutural.

Ajude o Flores de Baobá, acesse a página do financiamento coletivo clicando aqui.

Mais informações:
Facebook: Flores de Baoba
E-mail: floresdebaoba@gmail.com
Instagram: FloresdeBaoba
Twitter: Baobab Flowers

Post enviado por Taís Oliveira: Relações-públicas, mestranda no PPGCHS na UFABC, palmeirense, mulher-negra. Você pode encontrar a Taís no Twitter, pelo @tais_so.

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