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33 Dias Sem Machismo

Em tempos em que falar sobre o combate ao machismo se torna cada vez mais necessário – por vários motivos -, a internet se transformou em um palco para muito debate e reflexão. Prova disso, é certo dizer que a atuação de milhões de mulheres nas redes sociais sobre a notícia de estupro coletivo de uma jovem de 16 anos por 33 homens, no Rio de Janeiro, teve grande relevância pra que a mídia finalmente se posicionasse sobre o assunto. Agilizando também as denúncias e permitindo que os perfis que publicaram o vídeo da menina fossem derrubados.

Há meses também podemos perceber o número crescente de campanhas usando hashtags, protagonizando ainda mais as mulheres e sua luta. #PrimeiroAssédio, #MulheresNoEnem, #AgoraÉQueSãoElas e #MeuAmigoSecreto são alguns exemplos.

primeiro-assedio

Acreditando que a mudança de atitude deve ser diária, a campanha #33DiasSemMachismo publica todos os dias desafios para engajar as pessoas a superarem o machismo e a combatê-lo com consciência. São atitudes simples, mas que podem fazer uma grande diferença na causa.

PicMonkey Collage

Em apenas 6 dias, a página no Facebook já recebeu mais de 53 mil curtidas. Vale lembrar também que esta é uma campanha criada empreendedores que já lutam pela equidade de gênero, como Gabriele Garcia, do Think Twice Brasil; Bruna Viana, da A Casa Imaginária, Carine Roos, do MariaLab, Diego Casaes, da Vilynda, Patrícia Santin, da Sementeira, e Marianne Costa, da Raízes.

Também é possível seguir a campanha no Medium: #33DiasSemMachismo.

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O artigo escrito por:

Paranaense, capricorniano e tio da Livia. Vive a luta de tentar ver o lado bom das coisas, mas nem sempre dá certo. Ainda bem.